A IMPORTÂNCIA DO GHOST WRITER NA LITERATURA
Até quem nunca fez aula de inglês, sabe que a palavra "ghost", quer dizer fantasma. Tem gente que só de ouvi-la já fica arrepiado de medo, sente calafrios, tem pesadelo a noite e alguns fazem até o sinal da cruz. Calma aí gente, não é pra tanto, né!
E antes que alguns me perguntem o que tem a ver este papo de "fantasma" com "O Mundo Literário", eu respondo: muita coisa, e vocês, e principalmente quem tem vontade de escrever um livro, vai entender por que, lendo está postagem.
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Já que ghost quer dizer fantasma e writer significa escritor; ghost writer nada mais é do que um "escritor fantasma".
O "escritor fantasma" é um profissional que nem sempre recebe o devido valor, mas, que no entanto, é muito requisitado pelo mercado editorial. Geralmente os profissionais que se dispõem a desenvolver esta atividade, tem boa formação acadêmica, cultural e social, pois pelo volume de textos que escrevem precisam ter uma visão e conhecimento bem amplo e abrangente do mercado e do mundo. É imprescindível que estejam sempre bem informados.
O "ghost writer" trabalha em silêncio, só a pessoa ou o autor que o contratou tem contato com ele para lhe dar as coordenadas do que tem que ser feito. Apesar de existir uma ética profissional muito forte e respeitada entre esta classe, e o sigilo ser uma característica intrínseca do negócio, considero altamente recomendável a elaboração de um contrato para formalizar e reconhecer o acordo. Em momento algum o "fantasma" pode dar as caras. Após a finalização do trabalho e receber o pagamento, deve ficar no mais absoluto anonimato, pois quem vai assinar a obra, aparecer, receber os "louros" pela vitória e ser reconhecido, é a pessoa que o contratou.
É importante que haja uma sintonia legal entre o contratado e o contratante, a troca de ideias deve ser diária e produtiva, pois desta reciprocidade depende o resultado final do trabalho.
Ao contrário do que muita gente imagina, um "escritor fantasma" não escreve só livros, ele pode ser contratado também para redigir discursos, cartas, conferências, artigos, relatórios, etc.
Existem vários boatos no mercado editorial de escritores que fazem uso de um "ghost writer", eu suspeito de alguns: Nora Roberts, Barbara Delinsky, Danielle Steel e já ouvi comentários de editores que até o mestre do suspense/terror Stephen King, faz uso deles também, se você já tiver ouvido falar de algum outro, deixe um comentário. Independente de qualquer coisa, não vejo isso como demérito, todos os citados são grandes escritores e já têm uma carreira bem sólida, definida, estruturada e não precisam provar mais nada pra ninguém.
Não são só escritores ou debutantes a escritores que fazem uso de um "escritor fantasma", praticamente todos os grandes políticos e executivos tem o seu, geralmente são assessores que possuem um domínio maior da língua portuguesa e das técnicas de escrita que executam este serviço quando necessário.
Se você tem a intenção de contratar o trabalho de um "ghost writer", pesquise bem e peça referências não só de pessoas, mas também de trabalhos já executados, como em todas as profissões, existem os bons e os maus.
Como puderam ler, o papel destes profissionais é de suma importância para o mercado editorial, pois possibilita à aquelas pessoas que não tem condição técnica, aptidão e nem competência para escreverem um livro, realizarem o seu sonho; além de fazer também com que o mercado se movimente com o lançamento de novas obras e autores. Se os livros vão fazer sucesso, aí já é uma outra história...
Se você tiver vontade de escrever um livro e não tiver o mínimo talento, já sabe a quem procurar.
E então amigo leitor, você já sabia o que era um "ghost writer"?
Tem vontade de escrever um livro?
Deixe um comentário e compartilhe sua opinião conosco.
Um abraço e boas leituras!!!
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11 Comentários:
Eu sabia que existia, mas confesso que não tinha ideia do funcionamento, matéria importante para ajudar a formar opinião.
Olá!
Já tinha ouvido falar, mas não sabia o que era. Achei interessante essa ideia, mas acho que a pessoa que ghost writer deve se sentir um pouco mal por não ser o seu nome a aparecer. Quem ganha toda fama pela história que ele criou é o autor que o contratou. Confesso que eu ficaria frustrada.
Bjs
Gabi Lima
http://livrofilmeecia.blogspot.com
Olá Antonio!
É verdade, obrigado pelo comentário.
Um abraço!
Olá Gabi!
Eu também pensei nisso, que graça tem você escrever um "baita" livro e este fazer sucesso sendo que quem recebe os "louros" da vitória é outro. No entanto, este é o trabalho destes profissionais, escrever e sumir, talvez daí o nome "escritor fantasma".
Um abraço!
Oi?
Achei o seu blog muito interessante e já estou seguindo.
muito grata pela visita e o comentário.
Beijinhos!!!
Obrigado Superleitora!
Abraços!
Existem escritores fantasmas que gostam de aparecer: é o caso da literatura espírita... rs
Olá Mauro!
Não vou entrar neste mérito para não arrumar confusão, mas a sacada foi muito boa.
Um abraço"
Olá Wellington!!
Eu nem imaginava o que seria, ou que existtia um ghost writer... nunca imaginei algo assim! E não acho a idéia legal quando de tratam de livros, pois o autor deve se colocar ali, e não alguém contratado para esccrever... sei lá... rsrs Post mto interessante! mesmo!
beijos!
Marcelle
http://bestheapy.blogspot.com
Não vou mentir que sempre tive um certo preconceito com isso, mas depois de ler seu artigo minha mente ficou mais aberta. Gostei muito parabéns.
Ouvi rumores de que Meyer tem Ghostwriter, mas são apenas rumores. Quanto a Nora Roberts, eu fico me perguntando se ela é capaz de produzir tanto livro durante o ano e sozinha.
Adorei o teu blog, vou passar aqui sempre.
Ana Caroline
www.nossocdl.blogspot.com
PS: Também sou vendedora de livros ou livreira como preferir :)
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